16 de ago de 2016

Manual grátis dá todas as dicas para criar e usar hortas educativas em escolas



Manual grátis dá todas as dicas para criar e usar hortas educativas em escolas e os alunos podem aprender conteúdos das salas de aula de forma lúdica e prática.

O manual “A Escola promovendo hábitos alimentares saudáveis”, feito por pesquisadoras da Universidade de Brasília, a pedido do Ministério da Saúde, traz o passo-a-passo para a introdução de uma horta às atividades escolares. As instruções e aplicações são eficientes para qualquer tipo de instituição e podem ser aplicadas com alunos das mais diversas idades.

A primeira preocupação de projetos que inserem as hortas em escolas é promover a alimentação saudável, vinculando isso à educação e aos novos hábitos. Mas, este tipo de atividade vai muito além disso. Ao mesclar a prática do cultivo de alimentos com conteúdos trabalhados em sala de aula, os alunos podem aprender novos conceitos de forma lúdica e prática, reforçando o conhecimento teórico adquirido e fazendo a ligação entre os livros e a vida real. Segundo o manual, “a horta pode ser um laboratório vivo para diferentes atividades didáticas”, que ainda trazem outras vantagens à comunidade.

Para começar, os primeiros cuidados são com a escolha do local que receberá a horta e com a preparação deste espaço. Apesar de ser uma tarefa simples, o ideal é contar com a ajuda de alguém que já tem experiência nisso. Como nem sempre isso é possível, o manual traz diretrizes para ajudar a escolher o melhor local, bem como as ferramentas usadas na criação do espaço, os cuidados com o canteiro e o preparo das covas.

Na sequência, o guia apresenta as informações sobre o período ideal para o plantio de diversos alimentos e sobre os cuidados necessários para que a horta tenha uma produção abundante e bastante diversificada. O material também mostra quais são as épocas ideais para as colheitas e quais relações os alimentos têm com a saúde, de acordo com os nutrientes próprios de cada um.
Por fim, o guia de hortas escolares dá algumas sugestões de como preparar os alimentos produzidos na horta e quais atividades práticas podem ser feitas com os alunos, coo a aplicação de conteúdos de ciência e matemática, por exemplo.



Clique aqui para baixar gratuitamente o material completo.

6 de ago de 2016

Alimentação correta ajuda a preservar a memória e o aprendizado


Por mais que a ciência evolua, não tem jeito, o processo de envelhecimento dos seres humanos continua sendo, até agora, irreversível. Enquanto tratamentos estéticos e produtos de beleza têm conseguido ao menos retardar os efeitos do tempo externamente, como fazer para conseguir evitar a deterioração do cérebro e da memória, por exemplo? Uma das estratégias é ter uma alimentação saudável.

"Recentemente, um grande estudo publicado em uma revista de neurologia mostrou que indivíduos que tinham como hábito fazer a dieta do mediterrâneo, que basicamente consiste em consumir peixes de águas frias, frutas frescas e azeite de oliva in natura, tiveram um declínio das funções cognitivas significativamente menor quando comparados com pessoas que consumiam outras dietas", conta o neurologista André Felício, com pós-doutorado na University of British Columbia, no Canadá.

Segundo a pesquisa, a dieta mediterrânea pode reduzir os riscos de os indivíduos virem a sofrer de problemas de memória com o passar do tempo. A pesquisa foi descrita como "o mais amplo estudo do tipo feito até agora" e se baseou na informação dietética de 17.478 afro-americanos e caucasianos com média de idade de 64 anos. Os adeptos da dieta mediterrânea foram 19% menos propensos a desenvolver problemas em suas habilidades de memória e raciocínio do que pessoas que não comem estes alimentos.

A nutricionista Ariane Machado Pereira, da Naturalis, também defende o consumo de peixes, pela presença do ômega 3 em sua composição. Trata-se de um ácido graxo poli-insaturado adquirido por meio da alimentação que é precursor do ácido docosa-hexaenóico (DHA).

"O DHA é um ácido graxo ômega 3 com participação ativa na formação e manutenção do sistema nervoso e na constituição dos neurônios (células responsáveis pela transmissão de informações no cérebro). Além disso, com o envelhecimento do indivíduo, há um aumento do estresse oxidativo, que atua reduzindo os níveis do DHA no cérebro. Esse processo resulta em uma diminuição desses ácidos graxos, assim como ocorre em maior intensidade nas doenças como alzheimer, parkinson e na esclerose lateral amiotrófica. Por isso, o peixe é ótimo para ser inserido na alimentação", afirma a nutricionista.

Ela acrescenta que a suplementação com óleo de peixe, que contém alta concentração de DHA, pode ajudar na memória porque o ácido é um dos maiores constituintes do tecido nervoso.

"O aumento do seu consumo é importante para a formação e na função do sistema nervoso, particularmente do cérebro. Ele participa da comunicação entre os neurônios por meio da geração de impulsos nervosos. Já os fosfolipídios (principais componentes das membranas celulares) também estão relacionados com uma melhora na memória, pois desempenham inúmeras funções benéficas no organismo e mantêm a integridade das células."

Funções cognitivas

Um outro alimento destacado por Pereira é a lecitina de soja, por ser fonte de fosfolipídios, dentre eles a fosfatidilcolina, a fosfatidiletanolamina, o fosfatidilinositol e a fosfatidilserina. "Esta última é encontrada em grande quantidade nas células do cérebro, onde está relacionada à função das células cerebrais. Diversos estudos mostram que essa substância melhora as funções cognitivas, como o aprendizado, a memória, a atenção e o raciocínio", afirma.

A fosfatidilcolina, frisa a nutricionista, fornece a colina, uma vitamina essencial do complexo B que participa da formação da acetilcolina, um neurotransmissor (mensageiro do cérebro).

O neurologista é mais comedido: "Além de suplementos 'naturais', como o óleo de peixe, óleo de coco e lecitina de soja, existem diversos outros compostos que associam vitaminas, ômega 3, outros antioxidantes, aminoácidos, etc., e que teriam o potencial de melhorar as conexões nervosas em indivíduos com problemas como a doença de Alzheimer. Embora do ponto de vista teórico esses suplementos façam bastante sentido, do ponto de vista prático, além da barreira econômica (são caros) faltam ainda estudos que comprovem sua real eficácia ao longo do tempo, doses e segurança", diz.

Num item ambos concordam: as vitaminas ajudam muito. "De um modo geral, elas são essenciais para o organismo, em particular para o adequado funcionamento do cérebro. Participam de diversos processos intracelulares, são antioxidantes e cofatores de reações químicas", fala Felício. Pereira acrescenta: "A vitamina D, por exemplo, auxilia na regeneração dos neurônios e regula a fixação do cálcio em receptores importantes para a formação da memória. Alimentos que são fontes: óleo de fígado de bacalhau, peixes e leite fortificado".

O que evitar

Gorduras saturadas, açúcar e carne vermelha em excesso e o consumo de álcool são grandes vilões quando se trata do cérebro e, em particular, da memória. Felício afirma que, além do efeito deletério para a saúde de um modo geral, levando a dislipidemia (aumento do colesterol e triglicérides), obesidade, diabetes e um significativo aumento do risco de acidentes vasculares encefálicos, esses itens aceleram o envelhecimento, uma vez que criam um microambiente tóxico para o tecido nervoso.

A nutricionista afirma que a gordura saturada proveniente do consumo excessivo de alimentos industrializados pode acelerar a perda de memória por processo inflamatório, afetando o funcionamento das células nervosas. Já o consumo exagerado de açúcar, através de alimentos ricos em carboidratos simples (de fácil absorção), eleva rapidamente a produção de insulina, desencadeando reações químicas que agridem as células cerebrais.

Ela lembra que a carne vermelha ajuda a memória, mas seu consumo excessivo pode estimular a produção de substâncias tóxicas para os neurônios. É o caso da homocisteína, um composto que aumenta significativamente a oxidação por radicais livres, podendo ser um fator de risco a longo prazo para o desenvolvimento de doenças como o alzheimer. Já o consumo excessivo do álcool pode causar um deficit temporário de memória, atenção e aprendizado, levando à morte de neurônios e prejudicando a formação de novas células cerebrais.

"Uma alimentação equilibrada, composta por nutrientes que atuam no bom funcionamento cerebral, associada à prática de atividade física, com certeza ajudará positivamente na memória, na concentração e na prevenção de doenças degenerativas progressivas do cérebro, levando em consideração os aspectos genéticos de cada individuo", finaliza a nutricionista.

Idosos

As principais causas da perda de memória são as doenças neurodegenerativas (em que ocorre a destruição progressiva e irreversível de neurônios, as células responsáveis pelas funções do sistema nervoso). "As doenças ocorrem normalmente em indivíduos idosos, acima de 65 anos. Mas existem outras causas potencialmente tratáveis, como hipotireoidismo descompensado, hematoma subdural crônico, deficiência multivitamínica, entre outras", afirma Felício.

É bom lembrar que problemas de memória não afetam apenas pessoas mais velhas. E Felício comenta que, em idosos, nem sempre a perda de memória pode significar sinais do mal de Azheimer, por exemplo. Embora a doença seja a principal causa de perda de memória em indivíduos desta faixa etária, é preciso uma cuidadosa avaliação médica desses casos a fim de se buscar diagnósticos diferenciais. Já em pessoas jovens, devem ser pesquisados transtorno do deficit de atenção e hiperatividade, transtorno de ansiedade e depressão.

O neurologista alerta que, quando a perda de memória interfere nas atividades cotidianas da pessoa e é percebida como um problema por seus familiares e amigos próximos ou pelo próprio paciente, é fundamental procurar ajuda médica. "Obviamente, muitos procuram auxílio antes disto e neste momento o médico tem uma função especial de esclarecer e orientar", encerra.

(Por Carmen Guaresemin, no UOL)


21 de jul de 2016

Biscoito ou Bolacha?



Dias atrás recebemos um presente um tanto inusitado. A ABIMAPI nos brindou com uma sacola enorme, cheia de biscoitos. Uma variedade tão grande que nos fez pensar um pouco mais sobre a força que a indústria alimentícia tem no nosso país. 
Saí em busca de informações sobre esse segmento da nossa economia e descobri informações importantes.
Uma das maiores associações alimentícias do País, a ABIMAPI – Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados – representa 94 empresas que detêm cerca de 75% do setor e geram mais de 100 mil empregos diretos. Como interlocutora junto ao governo, à mídia, a pesquisadores e às demais entidades, sua missão é fortalecer e consolidar as categorias de biscoito, macarrão, pão e bolo industrializados nos cenários nacional e internacional.
O setor é composto por indústrias tradicionais e seculares que, vêem contribuindo para o crescimento da economia brasileira e destacam-se como importantes agentes geradores de empregos.
O parque fabril das indústrias conta com equipamentos de última geração e é um dos mais modernos do mundo. Os produtos brasileiros são reconhecidos mundialmente pela sua qualidade e inovação.
  • Produz-se 3,4 milhões de toneladas de produtos anualmente
  • R$ 32 bilhões de faturamento anual
  • 75% do produtos são consumidos no Brasil
  • 33% do consumo de farinha de trigo no Brasil

Imagine a felicidade de uma criança (grandinha já, mas criança no coração) ao receber mais de 30 tipos variados de biscoitos. Confesso que experimentei vários deles, muitas marcas desconhecidas por nós, mas que prezam pela qualidade no preparo, sabor e apresentação.
A empolgação foi tanta que o Giorgio resolveu gravar uns vídeos, confira ai:

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20 de jul de 2016

ProAC seleciona projetos de moda, gastronomia, artesanato, cultura digital e novas mídias

Edital de Economia Criativa contemplará 10 projetos, com prêmio de R$ 21 mil; inscrições vão até 29 de agosto

A Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo abre inscrições para o edital do ProAC (Programa de Ação Cultural) de Economia Criativa, destinado à moda, gastronomia, artesanato,  cultura digital e novas mídias. O concurso está disponível no site da Secretaria da Cultura (www.cultura.sp.gov.br) e vai selecionar 10 projetos com prêmio de R$ 21 mil. As inscrições vão até 29 de agosto.

Serão selecionadas as melhores propostas, que devem estar diretamente relacionadas a temas de interesse cultural. A escolha dos projetos será feita por uma comissão composta por especialistas do segmento.

“Neste ano, o edital de Economia Criativa valorizará os projetos que trouxerem pesquisas, estudos e propostas sobre o assunto no estado de São Paulo, avaliando os impactos de financiamento à cultura e suas contribuições para a economia criativa. A ideia é que esses projetos possam colaborar com a formulação de políticas públicas e a difusão do conceito de economia criativa, olhando com especial atenção as iniciativas de qualificação e formação envolvendo moda, artesanato, gastronomia e novas mídias”, explica Aldo Valentim, coordenador da Unidade de Fomento à Cultura e Economia Criativa da Secretaria da Cultura do Estado.

Os editais estabelecem que 50% dos projetos contemplados sejam de proponentes do interior, litoral e Grande São Paulo. Ao se inscrever, o proponente que deseja inserir o seu projeto dentro da cota deverá comprovar atuação artística na região, assim como sua sede e residência por meio de comprovante de endereço cadastrado. Todas essas informações devem ser declaradas no sistema digital.


MAIS EDITAIS ABERTOS
Há inscrições abertas para mais 30 editais do ProAC:
- Gravação com apresentação de música erudita;
- Montagem e/ou circulação de espetáculo de circo;
- Circo de lona com itinerância;
·         - Gravação com apresentação de música erudita;
·         - Difusão de acervos museológicos;
·         - Preservação de acervos museológicos;
·         - Hip Hop;
·         - Estimulo à leitura em bibliotecas;
·         - Obras e exposições de artes visuais;
·         - Aprimoramento técnico-artístico;
·         - Território das artes;
·         - Espaços Independentes voltados para Artes Visuais;
·         - Manifestações Culturais LGBT;
·         - Saraus Culturais;
·         - Proteção e Promoção de Culturas Indígenas;
·         - Proteção e Promoção de Culturas Negras;
·         - Promoção de Culturas Populares e Tradicionais;
·         - Fomento ao audiovisual;
·         - Livro do Artista – Artes Visuais;
·         - Incentivo à criação literária – prosa;
·         - Incentivo à criação literária – poesia;
·         - Incentivo à criação literária – literatura infantojuvenil;
·         - Incentivo à criação literária – dramaturgia;
·         - Publicação e criação de HQ;
·         - Finalização de longa-metragem;
·         - Publicação de Conteúdo Cultural;
·         - Publicação de Livros;
·         - Artes Integradas I;
·         - Artes Integradas II;
·         - Projetos de Longa-Metragem;

 Todos os editais estão disponíveis no site da Secretaria da Cultura do Estado (www.cultura.sp.gov.br).

DETALHAMENTO DO EDITAL

CULTURA E CIDADANIA
Economia Criativa
Apoio aos projetos que incentivem o desenvolvimento da dimensão econômica da cultura, a partir dos seguintes segmentos: moda, gastronomia, artesanato e cultura digital.
- 10 projetos com prêmio de R$ 21 mil
- Cota: 50% das propostas selecionadas devem ser do interior, litoral e Grande São Paulo.
- Inscrições até 29 de agosto.

Programa de Ação Cultural (ProAC), na modalidade editais, tem o objetivo de fomentar e difundir a produção artística em todas as regiões do estado, apoiando financeiramente projetos artísticos, selecionados por meio de editais. O ProAC Editais busca descentralizar o acesso da população à arte, estimulando a circulação de espetáculos e a produção em cidades do interior, litoral e da Grande São Paulo. No total, serão disponibilizados 45 editais em 12 linguagens: teatro, dança, música, literatura, circo, artes cênicas para crianças, festivais de arte, audiovisual, museus, diversidade e artes visuais.

Para conhecer a programação cultural de todo o estado, acesse a plataforma SP Estado da Cultura – www.estadodacultura.sp.gov.br.

Acompanhe a Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo nas mídias sociais:
Facebook: /culturasp
Twitter: @culturasp
Instagram: /culturasp

16 de jul de 2016

Bolo de fubá sem glúten e sem lactose


Bolo de fubá sem glúten 

1 ovo
1 vidro de leite de coco
1 copo de açúcar
1 ½ copo de fubá
½ copo de maisena
1 tampinha (equivalente a 1 colher) de fermento em pó

Bata no liquidificador. Em seguida, acrescente, à mão (sem bater), erva doce a gosto.

Asse até dourar.

Receita de Viviane Weingärtner. 

11 de jul de 2016

Alimentos que previnem a gripe



Todos sabemos que uma alimentação equilibrada, composta por frutas, legumes, verduras e grãos integrais, reforça o sistema imunológico e deixa o organismo mais resistente a vírus e bactérias. Ou seja, o consumo regular de alimentos ricos em vitaminas e minerais é capaz de blindar sua saúde, prevenindo gripes e infecções, entre outras doenças.


Ouvir isso te doi a consciência?

Não espere a enfermidade aparecer para fazer mudanças no cardápio. Reavalie sua dieta e seu estilo de vida antes que seu corpo fique suscetível aos vírus.

Mas não é só comida! 

Além da alimentação, outros cuidados são importantes para a prevenção de doenças. Entre eles estão a prática frequente de exercícios, sono reparador e combate ao estresse.

Confira a seguir alguns alimentos que ajudam a reforçar a imunidade:

Probióticos: têm microorganismos vivos que recuperam a microbiota intestinal e fortalecem o sistema imunológico. Eles são adicionados a alimentos, como leites fermentados e iogurtes.

Alho: fonte de alicina, estimula a resposta imunológica. Use amassado no feijão, em sopas e temperos de saladas.

Cogumelo shitake: contém lentinana, substância que aumenta a produção das células de defesa do organismo.

Frutas cítricas: são clássicas no reforço à imunidade, graças à alta concentração de vitamina C.

Acerola: fruta riquíssima em vitamina C (30 a 50 vezes mais que a laranja), que age na reconstituição dos leucócitos em períodos de queda de resistência.

Gengibre: é expectorante, reduz a inflamação e a dor. Adicione a raiz a chás e sucos.

Chás verde e branco: essas bebidas são ricas em catequina, poderoso antioxidante que atua no combate aos radicais livres. A substância ainda fortalece o sistema imunológico.

Couve, cenoura, tomate: são fontes de betacaroteno, poderoso antioxidante que atua contra infecções e estimula as células imunológicas.

Óleo de coco: rico em ácido láurico e caprílico, possui atividade antiviral e antibacteriana. Use em sucos, shakes ou vitaminas.

Mel: contém substâncias que agem como antibióticos naturais. Eficaz contra os sintomas de gripes e resfriados. Pode ser coadjuvante no tratamento de problemas pulmonares e da garganta.
Geléia real: estimula o sistema imunológico, combatendo infecções por vírus e bactérias.

Pólen: é rico em proteínas, vitaminas e minerais que ajudam na formação de anticorpos, fortalecendo o organismo. Pode ser consumido puro ou adicionado a sucos, iogurtes, vitaminas e frutas

7 de jul de 2016

Você tem curiosidade para saber o que se serve em escolas públicas estaduais e como decidem o cardápio?





Você tem curiosidade para saber o que as crianças e adolescentes comem em escolas públicas estaduais e como decidem o cardápio?

Depois do imbroglio deste ano, com ocupações em ETECs paulistas nas quais os alunos reclamavam da falta de refeições, este tema me interessou.

A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, em parceria com a chef de cozinha Janaina Rueda, já definiu os 10 novos pratos que farão parte da merenda das unidades de ensino. As receitas dão prioridade a alimentos frescos e incluem opções de carne bovina, frango e peixe (veja lista abaixo). A partir de setembro, escolas da região central da capital paulistas serão as primeiras a experimentar a novidade. A previsão é que em 2017 o projeto seja expandido para toda a rede.

Para chegar à lista final, Janaina e a equipe de nutricionistas do Departamento de Alimentação e Assistência ao Aluno (DAAA) fizeram uma série de testes ao longo do primeiro semestre. Foram levados em conta os valores nutricionais dos ingredientes, o tempo de preparo e a oferta desses alimentos no Estado. O cardápio também segue o perfil mais orgânico e rico em vitaminas já adotado pela Secretaria nos últimos anos, como feijão in natura, farinha de mandioca e leite em pó integral.

Treinamento de merendeiras

Para garantir que o novo cardápio seja implantado com sucesso nas escolas, as merendeiras e empresas terceirizadas receberão treinamento da própria Janaina Rueda. A ideia é dar dicas de preparo, sugestões de temperos e apresentação dos pratos. Nesta quarta-feira (6), uma videoconferência foi transmitida a todas as 91 Diretorias de Ensino e marcou o primeiro encontro entre a chef e as equipes das cozinhas das escolas. De agosto até novembro serão capacitados mais de 2 mil profissionais da capital. Os demais passarão por cursos no primeiro e segundo semestre de 2017.

Conhecida por adotar um estilo ‘confort food’ – caseiro e cheio de sabor - Janaína comanda dois restaurantes na região central de São Paulo. Também foi eleita uma das 10 mulheres referência da cozinha brasileira pela revista Exame. Outra razão para garantir a parceria: a chef é ex-aluna da rede.

Confira os 10 novos pratos:

  1. Strogonoff
  2. Frango caçarola
  3. Feijoada
  4. Macarrão bolonhesa
  5. Peixada
  6. Ovo/LENTILHA
  7. Carne de panela
  8. Carne moída
  9. Cuscuz frango
  10. Macarrão com sardinha






Secretaria da Educação do Estado de São Paulo
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23 de jun de 2016

Sopas e inverno: combinação perfeita para manter uma alimentação saudável


Um prato raso de sopa pode ser tão calórico quanto uma refeição completa, com entrada, prato principal e sobremesa. Em rodízios, são oferecidas várias opções de sopas, muitas delas chegam a ter 300 calorias em apenas 200 ml. Não é difícil passar das 1000 calorias, quase metade do indicado para o dia todo. Basta experimentar três sabores, acrescentar um pouco de bacon e de croutons como acompanhamento e pronto: o que parecia light virou inimigo da boa forma.

Sopas creme costumam ser as mais calóricas. Elas são feitas à base de leite integral, margarina, manteiga, creme de leite e queijos gordurosos e podem conter até 300 calorias. “O hábito de ingerir acompanhamentos como pães, queijo ralado, croutons, bacon entre outros, só aumenta o valor calórico desse tipo de refeição”, diz a nutricionista e Gerente de Gastronomia do HCor (Hospital do Coração), Juliana Guedes Simões.

Para auxiliar a degustação de sopas mais saudáveis e nutritivas, Juliana Simões sugere algumas dicas. Segundo a nutricionista do HCor, as sopas mais indicadas são aquelas feitas de forma caseira. Ou seja, preparadas à base de legumes e podendo conter uma fonte de carboidrato (arroz ou macarrão ou batata), uma fonte de proteína (carnes ou aves, sem pele, e com grãos, como feijão, ervilha ou lentilha). “Mas, mesmo nesse tipo de receita, é sempre bom tomar cuidado e observar a quantidade de sal e gordura que será adicionada no preparo. Para ingerir menos calorias também é importante evitar, além do pão, ingredientes como bacon, queijo e linguiça”, explica a nutricionista.

Sopas podem ser oferecidas tanto como entrada, quanto como o prato principal. E isso também é preciso ser observado por quem deseja manter a forma. Quando a sopa é consumida apenas como um complemento, vale a pena ficar atento à quantidade que se vai ingerir e o quanto os ingredientes que a compõem podem ser calóricos.
“Quando a sopa é consumida como uma única refeição, a pessoa pode se dar ao prazer de optar por sabores com mais calorias. Porém, sem exageros. É muito importante levar em consideração os ingredientes da sopa na hora de escolher a quantidade e o sabor que se vai tomar”, diz Juliana.

Receitas saudáveis de sopas do HCor (Hospital do Coração):



Sopa de abóbora com queijo branco e tomilho

Tempo: 40 minutos
Grau de dificuldade: Fácil
Porção: 1 prato fundo ou 250ml
Rendimento: 10 porções
Ingredientes:
4 colheres de sopa de azeite
1 cebola média cortada em cubos pequenos
1 dente de alho grande picado
1 kg de abóbora japonesa descascada e cortada em cubos médios
1 ½ litro de água
2 colheres de chá rasas de sal
1 colher de chá de tomilho fresco picado
250 g de queijo branco em cubos pequenos

Modo de preparo:
Em uma panela aqueça 3 colheres de sopa de azeite e refogue a cebola, em seguida acrescente o alho. Assim que estiver dourado acrescente a abóbora, misture bem e acrescente a água e o sal. Deixe cozinhar por 20-30 minutos ou até que a abóbora esteja bem cozida. Bata no liquidificador. Despeje a sopa de volta à panela, deixe ferver. Enquanto isso, em uma frigideira, aqueça 1 colher de sopa de azeite salteie o tomilho picado por alguns segundos e adicione à sopa. Misture bem e desligue o fogo. Com o fogo desligado, acrescente o queijo cortado em cubinhos.



Sopa de legumes ao pesto de ervas
Tempo: 40 minutos
Grau de dificuldade: Fácil
Porção: 1 prato fundo ou 250ml
Rendimento: 8 porções
Ingredientes:
3 colheres de sopa de azeite
1 cebola média cortada em cubos pequenos
1 dente de alho grande picado
1 cenoura grande cortada em rodelas finas
4 xícaras de chá de água
1 colher de chá rasa de sal
150 g de vagem palito
1 abobrinha (tipo italiana) com casca cortada em rodelas finas

Pesto de ervas
1 colher de sobremesa de azeite
1 colher de sobremesa de tomilho picado
1 colher de sobremesa de manjericão
1 colher de sobremesa de sálvia

Modo de preparo
Em uma panela aqueça o azeite, refogue a cebola e em seguida acrescente o alho. Assim que estiver dourado acrescente as rodelas de cenoura, refogue nos temperos e adicione a água e o sal. Deixe ferver, acrescente a vagem e por último as rodelas de abobrinha. Deixe cozinhar até que os legumes estejam macios, mas sem desmanchar. No liquidificador bata metade da quantidade de legumes cozidos com a água do cozimento. Volte para a panela e deixe ferver. Para o pesto de ervas misture o azeite e as ervas e adicione à sopa antes de servir.

17 de jun de 2016

Brasileiro está mais preocupado com refeição saudável, diz pesquisa



Proprietários de restaurantes percebem maior procura por alimentos saudáveis, segundo estudo do Datafolha encomendado pela ASSERT.

Verduras, legumes, frutas e sucos naturais estão fazendo mais sucesso no almoço do brasileiro. Esta é a percepção de proprietários e gerentes de restaurantes, bares, lanchonetes e padarias entrevistados para a Pesquisa ASSERT Preço Médio da Refeição 2016, que visitou 4.560 estabelecimentos de 51 cidades do País. De acordo com os respondentes, 56% notaram que nos últimos dois anos os clientes estão preocupados ou muito preocupados em manter uma dieta equilibrada, com o consumo de frutas, verduras e legumes, sucos naturais, grãos e proteínas, enquanto apenas 17% atestam que os clientes estão pouco ou nada preocupados com o assunto.

Segundo 61% dos responsáveis pelos estabelecimentos, a procura por legumes e verduras aumentou nos últimos dois anos. No caso dos sucos naturais, 65% dos respondentes perceberam um acréscimo na demanda. As frutas também estão sendo mais buscadas do que antes, de acordo com 53% dos entrevistados.

Percepção dos restaurantes sobre o que é alimentação saudável
Preço, disponibilidade e aspectos culturais influenciam a oferta de alimentos nos restaurantes e também a percepção a respeito de quais são mais saudáveis. Segundo dados da pesquisa, verduras são os alimentos mais saudáveis oferecidos na opinião dos responsáveis pelos estabelecimentos. Em seguida, foram citados os legumes e os peixes. Os pescados foram mencionados com mais frequência nas cidades da região Norte do que nas outras regiões.

A dupla arroz e feijão continua forte na alimentação do brasileiro. De acordo com o estudo, 98% dos estabelecimentos consultados oferecem pratos com arroz, e 95% com feijão, cuja presença é um pouco menor nos restaurantes com sistemas executivo (83%) e à la carte (78%). A demanda por estes ingredientes se manteve estável nos últimos dois anos, de acordo com 57% dos responsáveis pelos estabelecimentos.

Prato Legal
Um dos objetivos da ASSERT – Associação das Empresas de Refeição e Alimentação Convênio para o Trabalhador – ao fazer a pesquisa anualmente é saber mais sobre os hábitos de consumo e a percepção do brasileiro sobre alimentação saudável para incentivar os restaurantes a oferecer cardápios mais equilibrados e adequados às exigências do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT).

Uma das iniciativas da ASSERT foi a criação do programa Prato Legal, lançado no início de 2014.  Por meio dele, os estabelecimentos credenciados das empresas de alimentação e refeição convênio da entidade recebem suporte e informações de nutricionistas para elaboração de pratos e cardápios equilibrados, com sugestões de ingredientes e orientações de preparo.

O Prato Legal é gratuito para o estabelecimento e oferece conteúdo com dicas práticas de compras, armazenamento e preparo de alimentos para oferecer opções cada vez mais saudáveis, informações sobre como adequar as refeições às exigências do PAT e uma equipe de nutricionistas que responde dúvidas em até 48 horas. Os restaurantes participantes têm acesso a uma ferramenta para construir cardápios de almoço ou jantar que levem em consideração a sazonalidade, a regionalidade dos produtos e os grupos de alimentos. Por meio de informações e dicas, o Prato Legal também oferece orientação para cardápios de refeições menores, como o café da manhã. Para se cadastrar, é necessário ser credenciado a alguma das empresas de alimentação e refeição convênio da ASSERT e acessar o sitewww.pratolegal.com.br.


Metodologia
Para a edição de 2016 da pesquisa, o Datafolha entrevistou, entre dezembro de 2015 e janeiro de 2016, 4.560 estabelecimentos comerciais de 51 municípios brasileiros, sendo 23 capitais, distribuídos pelas cinco regiões geográficas do Brasil. Foram visitados restaurantes, bares, lanchonetes e padarias que oferecem refeições em prato, acomodação em mesa, e que aceitam pelo menos um tipo de vale-refeição. Nestas entrevistas, foram obtidos 5.436 preços de pratos, aos quais foi aplicada uma média ponderada para refletir a maior proporção de estabelecimentos do tipo autosserviço (por peso ou preço fixo) e comercial (prato feito simples) em relação a restaurantes com menu executivo ou serviço à la carte.

14 de jun de 2016

Comissão aprova proibição de venda de refrigerantes em escolas de Ensino Fundamental 1 e 2




A Comissão de Seguridade Social e Família aprovou projeto que proíbe a venda de refrigerantes nas escolas de educação básica (do primeiro ao nono ano), públicas ou privadas (PL 1755/07).

A proposta do do deputado Fábio Ramalho (PMDB-MG) recebeu parecer favorável da relatora, deputada Zenaide Maia (PR-RN). Ela concordou com os argumentos do autor do projeto, de que o aumento dos índices de obesidade infantil no País está diretamente relacionado ao consumo de alimentos como salgadinhos e refrigerantes vendidos nas escolas.

Ela citou levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), feito com base na Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) realizada em 2008-2009, que aponta que 14,3% das crianças entre 5 e 9 anos são obesas. O problema atinge todas as classes sociais, em todas as regiões brasileiras. “Estamos vivendo uma epidemia de excesso de peso. A sociedade precisa buscar alternativas para combater esse problema”, disse Zenaide Maia.



A deputada afirmou que a quantidade de açúcar contida em uma lata de 355 ml de refrigerante, em torno de 36 gramas, extrapola a quantidade máxima diária recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que é de 25 gramas. “Para piorar a situação, todo esse conteúdo calórico é praticamente nulo de conteúdo nutricional”, disse.

Tramitação
O projeto já foi analisado pela Comissão de Educação, onde foi rejeitada. O PL 1755/07 será examinado agora na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, segue para o Plenário da Câmara dos Deputados.

'Agência Câmara Notícias'

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