27 de mai de 2014

Governo promete Copa sustentável com estádios certificados ambientalmente e produtos orgânicos

Nesta manhã, enquanto conhecíamos detalhes dos Polos de Reciclagem nas 12 cidades-sede da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014™ que a Coca-Cola Brasil deixa como legado do grande evento esportivo (sobre as quais falaremos num outro post), o governo lançava uma série de ações de sustentabilidade ligadas à Copa do Mundo prometendo comprovar um “bom legado” e para isso os ministros Vinicius Lages (Turismo), Aldo Rebelo (Esportes), Izabella Teixeira (Meio Ambiente) e Tereza Campello (Desenvolvimento Social) divulgaram a certificação ambiental de estádios, a distribuição de alimentos orgânicos e produzidos por agricultores familiares e o financiamento à coleta seletiva de lixo por catadores.
“É a primeira vez que se faz uma Copa do Mundo com essa envergadura de medidas sustentáveis e em torno do meio ambiente”, Izabella Teixeira, ministra do Meio Ambiente
O Governo afirma que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) incentivará a coleta seletiva de lixo nas 12 cidades-sede do torneio e que já foram aprovados R$ 79 milhões da linha para Brasília, Curitiba, Porto Alegre e Rio de Janeiro. Izabella Teixeira afirmou que um dos legados da Copa na área ambiental é a certificação internacional para construção e gestão sustentável de arenas de futebol. Ela informou que duas delas, Castelão (Fortaleza) e Fonte Nova (Salvador), já receberam o selo LEED, um dos certificados internacionais da área e dez estádios restantes serão certificados até o fim deste ano. O programa “Baixo Carbono na Copa” seleciona empresas por chamada pública para doarem créditos de carbono destinados à compensação de emissões geradas pelo Mundial e, segundo a ministra do Meio Ambiente, cerca de 1,4 milhão de toneladas de gás carbônico em emissões diretas e indiretas devem ser mitigados na Copa. O Ministério do Desenvolvimento Social fornecerá um kit de alimentos orgânicos produzidos por agricultores familiares para cada um dos 18 mil voluntários da Copa. Quiosques de produtores familiares, localizados fora dos estádios, também venderão esses produtos.
“A Copa será uma grande vitrine para incentivarmos a agricultura familiar e produtos orgânicos como sementes de baru, suco orgânico de tangerina, abacaxi desidratado e biscoitos de castanha orgânica, por exemplo”,Tereza Campello, ministra do Desenvolvimento Social
O Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) e o Ministério do Turismo lançaram a campanha “Passaporte Verde”, indicando 60 roteiros de viagem nas cidades-sede que estimulam práticas sustentáveis, como passeios de bicicleta, culinária local e o uso de transporte público.
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