29 de jan de 2016

Comer em restaurantes e lanchonetes tem sido um dos primeiros cortes na lista dos brasileiros em 2016



O novo ano assim como de costume, traz uma série de promessas e desejos e para a maioria da população brasileira uma meta se destaca em relação as outras. Segundo a pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), a maioria dos entrevistados (37%) tem como principal meta para esse ano o pagamento das dívidas atrasadas.

Ainda estamos em janeiro e muita gente já tem procurado uma forma para fazer com que 2016 seja um ano diferente e repleto de oportunidades para que seja possível economizar e investir. Pequenas mudanças na rotina têm feito a diferença na vida dos brasileiros e alguns setores devem sentir o impacto das novas alternativas encontradas por quem quer terminar o mês sem estar no vermelho, com uma boa quantia para investir e evitar que o capital fique parado.

Comer em restaurantes e lanchonetes tem sido um dos primeiros cortes na lista dos brasileiros, já que a praticidade e comodidade de não ter de preparar lanche e refeições em casa tem pesado no bolso da maioria.

Os brasileiros gastam, em média, R$ 27,36 por dia para almoçar fora de casa nas grandes cidades. É o que aponta a pesquisa "Preço Médio 2015", encomendada pela Associação das Empresas de Refeição e Alimentação Convênio para o Trabalho (Assert) e realizada pelo Instituto Datafolha em 51 municípios, sendo 23 capitais, das 5 regiões do País. Por mês, o trabalhador precisa arcar sozinho com R$ 601,92 para comer fora de casa, o equivalente a 76,4% do salário mínimo nacional (R$ 788).

Os valores levam em conta o custo de uma refeição completa na hora do almoço, durante uma semana com cinco dias de trabalho. 

O estudo faz uma média ponderada dos preços das refeições compostas por prato principal, bebida não alcoólica, sobremesa e cafezinho em diferentes ofertas ou tipo de refeição, como prato feito ou comercial, refeição a quilo ou a preço fixo, prato executivo e à la carte. Para aqueles que trabalham no sábado, a despesa mensal sobe para R$ 711,36, equivalente a 90,3% do salário mínimo.

Entre as regiões do País, o Sudeste é onde o trabalhador mais gasta para almoçar diariamente: R$ 27,76 em média. Em seguida aparecem Nordeste (R$ 26,98), Norte (R$ 26,11) e Centro-Oeste (R$ 26,09). A região Sul é onde o brasileiro desembolsa o menor valor para comer: R$ 25,70 por dia. Entre as cidades pesquisadas, Florianópolis (SC) apresentou o maior tíquete médio diário (R$ 39,96), seguida pelo Rio de Janeiro (R$ 33,66). Na capital paulista, o trabalhador gasta R$ 27,89. O menor valor é desembolsado em Uberlândia, Minas Gerais: R$ 20,61.

A pesquisa da Assert mostra que os itens que vão à mesa do brasileiro variam entre as regiões, mas a combinação arroz com feijão segue como preferência nacional. O levantamento traz a percepção de um grande o aumento da demanda por frutas (59%), legumes e verduras (68%) e sucos naturais (70%). Ao todo, 5.118 estabelecimentos foram avaliados de 25 de novembro a 18 de dezembro de 2014. A pesquisa foi realizada com nova metodologia, por isso não foi possível comparar as variações de preços entre um ano e outro.

E você, está pensando em cortes ou em economia? Que áreas do seu cotidiano pesam mais no orçamento?
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