24 de mai de 2016

Entenda as novas regras do que pode ser trazido na bagagem


As regras para ingressar no Brasil com produtos de origem animal de outros países ficaram mais flexíveis. No entanto, ainda há muita dúvida sobre o que de fato, e em que condição, pode ser trazido na bagagem. A liberação depende de rotulagem, processamento e acondicionamento. Também há a quantidade máxima permitida. Quem faz o alerta é o Sindicato Nacional dos Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical). Por isso, fique atento para não ter prejuízo na volta para casa.

Com as novas regras, produtos que antes eram proibidos de entrar sem autorização prévia e certificação do país de origem agora podem estar na mala dos viajantes, como os lácteos industrializados, a exemplo do doce de leite, leite em pó, queijo com maturação longa e requeijão. Além desses produtos, também é permitido os cárneos industrializados, derivados do ovo, produtos de origem animal para ornamentação, pescados processados e produtos de confeitaria que contenham na composição ovos, lácteos ou carne.

Entretanto, de acordo com o fiscal federal agropecuário Oscar Rosa, as pessoas precisam observar as condições de produção e embalagem requeridas para autorização do ingresso do produto no País. “Além das condições de processamento, os produtos devem estar acondicionados em sua embalagem original de fabricação, com rotulagem que possibilite sua identificação, devidamente lacrados e sem evidência de vazamento ou violação. Nessas condições, os riscos à sanidade agropecuária e humana são mínimos”, destaca o fiscal federal agropecuário Oscar Rosa.

Não podem ingressar no País, de forma alguma, mel e produtos apícolas; carnes, pescados e queijos frescos (não maturados); produtos que não venham acondicionados na embalagem original de fabricação, lacrados, rotulados, e sem evidência de violação ou vazamento. “Esses produtos podem trazer contaminação, com risco à sanidade agropecuária e humana”, alerta Oscar Rosa.
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